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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O VALOR DO CONHECIMENTO

EDUCAÇÃO PRESENTE PRECIOSO


ESTUDAR UMA DAS MELHORES RIQUEZA. É UM SUPORTE PARA QUE POSSAMOS NOS REALIZAR COMO CIDADÃO PARA RECONHERMOS NOSSOS DIREITOS E DEVERES. NÃO SE CURVAR OU NEM SE INCLINAR MEDIANTE DAS SITUAÇÕES NÃO TRANSPARENTE E OBJETIVAS. PERMITIR QUE A RAZÃO SEMPRE GANHE ESPAÇO DE FORMA EXATA POR SER MERECEDORA DAS CIRCUNTANCIAS CONCRETAS E LÍCITAS.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

TOLERÂNCIA

O que é ser feliz
É ter recursos financeiros
É ver os sonhos realizados
É adquirir algo desejado
Ou é viver sem dor.
dor física, quando instalada que machuca e faz
você perder a razão da conscientização.
E agora, o que é ser feliz?



PERES - Ecidete

sábado, 15 de outubro de 2011

DESABAFO

HOJE NÃO VEJO OUTRA SAÍDA
A NÃO SER , ACEITAR A REALIDADE
E, MAIS AINDA, É TER QUE ME ADAPTAR
PARA NÃO SOFRER MAIS, POIS ACEITANDO
E PROCURANDO ENXERGAR OUTROS ANGULOS
SEI QUE ENCONTRAREI NOVOS HORIZONTE
PORQUE O ARCO IRIS, SEI QUE EXISTE.





PERES - Ecidete

MENSAGEM

Dá a quem te pede, e não voltes as costas ao que deseja que lhe empreste.
Mt 5 .42

domingo, 2 de outubro de 2011

POEMA

Acredito em Deus

Por fim, tento acreditar nos homens.

Minha vida redentora,

Acredito em Deus.


Vida besta, alongada

Boa, desgraçada

Posta irracional

Que se conduz

pelas imundícies degradantes

De uma sociedade impura.


Acredito em Deus

Por fim, tento acreditar

Nos homens.


Violentamente

Condenam-me em vida

E ao morrer

Serei vítma da concepções

Mais uma vez criadas

Pelas imundícies da sociedade degradante. Sandra Belo - Panacéia

sábado, 1 de outubro de 2011

POEMA

CANÇÃO

Pus o meu sonho num navio
e o navio em cima do mar;
depois, abri o mar com as mãos,
para o meu sonho naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas
do azul das ondas entreabertas,
e a cor que escorre dos meus dedos
colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe
a noite se curva de frio;
debaixo da água vai morrendo
meu sonho, dentro de um navio... Cecília Meireles. Poesia. Rio de Janeiro, Agir 1969.

VAIDADE

Em busca do prazer nos tornamos escravo de nós mesmo.

Deixamos a ditadura do capricho nos sufocar

A ponto de não sermos racionais, lógicos

Para a relização dos desejos.

Tudo isso vale a pena?